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| Primeira etapa do projeto de digitalização das edições do Jornal A Tarde estará disponível ao público da Bahia no dia 29 |
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| Qua, 27 de Janeiro de 2010 09:36 | |||
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Edições desde 1912 poderão ser consultadas na Biblioteca Pública dos Barris e no Arquivo Público da Bahia, em Salvador, facilitando o acesso a documentos do século XX e proporcionando o resgate da história da Bahia A partir do dia 29 de janeiro, a Bahia vai ganhar uma enorme contribuição na preservação de sua história. Trata-se da digitalização do acervo de edições microfilmadas do jornal A TARDE, fundado em 1912. O projeto, intitulado História da Bahia - Da memória impressa ao conteúdo digital, amplia as fontes de pesquisa da população, ao permitir a consulta a exemplares de quase um século com eficientes mecanismos de busca e contribui para o resgate da memória social e cultural da Bahia. O lançamento oficial do projeto será no dia 28 de janeiro, às 19 horas, na Biblioteca dos Barris, em Salvador, com a disponibilização dos exemplares do período entre 1912 e 1955. O projeto, que foi aprovado na lei Rouanet e conta com o apoio do Fundo de Cultura do Governo do Estado da Bahia, teve como proponente a empresa de tecnologia social Humanidades Editora e Projetos. A parceria entre o Grupo A TARDE e a Fundação Pedro Calmon viabilizou a iniciativa, que tem o patrocínio das empresas Monsanto, Odebrecht, Coelba e Bahiagás. Para o diretor da Humanidades Editora e Projetos, Jorge Freire, a proposta de digitalizar e disponibilizar as edições de A TARDE para o público é uma forma de democratizar o acesso a informações e fatos marcantes da História da Bahia. Na opinião do diretor-executivo do Grupo A TARDE, Ranulfo Bocayuva, “o projeto vai permitir que a sociedade conheça a sua história pelo jornal. São 88 anos registrados por A TARDE que serão disponibilizados à sociedade”. DIGITALIZAÇÃO - O processo de digitalização e indexação dos exemplares teve início em abril de 2009, pela M. I. Montreal Informática. O segundo módulo, de 1956 a 1999, será disponibilizado a partir do segundo semestre de 2010. “Essa é uma realização de cunho social, que tem como objetivo resgatar parte importante da História da Bahia e preservar a memória institucional do jornal A TARDE, um dos mais antigos do país”, afirma Maurício Villela, coordenador geral do projeto. “Com este projeto, vamos preservar o conteúdo completo do jornal e fomentar a leitura, estimulando as pessoas a frequentarem mais as instituições”, completa o coordenador editorial do projeto, Walten Garrido. PESQUISAS - As pesquisas poderão ser realizadas nas estações de consulta, chamadas Ilhas do Conhecimento, situadas na Biblioteca Pública dos Barris e no Arquivo Público da Bahia e equipadas com dois computadores e uma impressora. As consultas poderão ser feitas por data, nomes ou palavras-chave, graças ao recurso da ferramenta OCR (Optical Character Recognition), que ressalta o termo procurado na página do jornal. A novidade promete ampliar as fontes de pesquisa e contribuir significativamente para os trabalhos de estudantes, professores, historiadores e pesquisadores do Brasil e do mundo, que visitam esses espaços públicos em busca de informações sobre a História da Bahia e da imprensa local. PATROCINADORES - Para o diretor geral da Fundação Pedro Calmon, parceira do projeto, “A TARDE é a principal e mais completa série impressa sobre a história da Bahia. A digitalização da série e o acesso a esse material é um verdadeiro marco para a história baiana. É algo de bastante representatividade para os historiadores e pesquisadores”, afirma. “O jornal A TARDE tem o mais importante acervo da história da Bahia no século XX. Por isso, tem muito sentido o trabalho de digitalização que vem sendo feito, com o apoio da Odebrecht”, completa Márcio Polidoro, diretor de comunicação da construtora. O presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, destaca a importância de conhecer o passado, para aplicar no futuro. "O compromisso do Governo do Estado, por meio da Bahiagás, ao patrocinar este projeto, vai além do valor histórico, que é inquestionável. A socialização deste acervo com a população baiana proporcionará maior conhecimento sobre nosso passado, gerando assim bases mais sólidas e conscientes para a construção de um futuro melhor", afirma. A coordenadora de Responsabilidade Social da Monsanto, Christiane Bracco, afirma que “patrocinando projetos culturais como esse, a Monsanto está proporcionando resgate e acesso culturais de importantes aspectos da Bahia. Além disso, a iniciativa está intimamente ligada à missão da empresa, de contribuir com o desenvolvimento da sociedade, por meio das suas práticas e projetos socioambientais”, finaliza.
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